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Prodaticus parallelus

Known as: Hydaticus parallelus 
 
National Institutes of Health

Papers overview

Semantic Scholar uses AI to extract papers important to this topic.
2019
2019
BACKGROUND Euplatypus parallelus is a highly polyphagous invasive pest native to Central and South America. In recent years it… Expand
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2019
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Euplatypus parallelus (F.) (Coleoptera: Curculionidae) is one of the most invasive species of all the Platypodinae. It penetrates… Expand
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2016
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This study analyzed the effectiveness of the essential oil of Aloysia triphylla (EOA) as an anesthetic and stress reducing agent… Expand
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2013
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The occurrence of ambrosia beetle Euplatypus parallelus (Fabricius) (Coleoptera: Curculioninae: Platypodinae) infestation on… Expand
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2013
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This study analyzed the chemical composition and anesthetic potential of essential oil (EO) of Nectandra megapotamica in fat… Expand
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2008
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An exotic ambrosia beetle, Euplatypus parallelus (F.) was collected from infested Pterocarpus indicus Willd. trees in Prince of… Expand
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2008
2008
....................................................................................................................................... 9 INTRODUÇÃO GERAL...................................................................................................................... 10 JUSTIFICATIVA ................................................................................................................................ 14 OBJETIVOS GERAIS........................................................................................................................ 14 OBJETIVOS ESPECÍFICOS............................................................................................................. 15 CORPO DO ARTIGO CIENTÍFICO......................................................................................... 16 RESUMO................................................................................................................................. 16 ABSTRACT.............................................................................................................................. 16............................................................................................................................. 16 INTRODUÇÃO ........................................................................................................................ 17 MATERIAL E MÉTODOS........................................................................................................ 18 INSTALAÇÕES DE CULTIVO................................................................................................. 18 EXPERIMENTO 1.................................................................................................................... 19 MATERIAL BIOLÓGICO E CULTIVO DE ALIMENTO VIVO................................................... 19 EXPERIMENTO 2.................................................................................................................... 20 MATERIAL BIOLÓGICO E CULTIVO DE ALIMENTO VIVO................................................... 20 PARÂMETROS AVALIADOS................................................................................................... 21 RESULTADOS......................................................................................................................... 22 EXPERIMENTO 1.................................................................................................................... 22 EXPERIMENTO 2.................................................................................................................... 23 DISCUSSÃO............................................................................................................................ 25 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS........................................................................................ 29 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DA INTRODUÇÃO................................................................... 32 ANEXOS............................................................................................................................................ 34 FIGURA 1: UNIDADE EXPERIMENTAL................................................................................. 34 FIGURA 2: VISTA PANORÂMICA DA ESTRUTURA EXPERIMENTAL................................. 34 FIGURA 3: CORTE TRANVERSAL DO TANQUE UTILIZADO NOS EXPERIMENTOS........ 35 FIGURA 4: DETALHE DAS SONDAS DE RENOVAÇÃO DE ÁGUA...................................... 35 FIGURA 5: DELINEAMENTO EXPERIMENTAL..................................................................... 35 FOTOS DURANTE A REALIZAÇÃO DO EXPERIMENTO 2................................................... 36 GRÁFICO 1: FORNECIMENTO DE METANÁUPLIOS DE ARTEMIA/DIA/LARVA DE C.paralellus DURANTE EXPERIMENTO 2.............................................................................. 37 GRÁFICO 2: FORNECIMENTO DE RAÇÃO PARA LARVAS DE C.parallelus DURANTE O PERÍODO DE INÍCIO DE DESMAME AO FINAL DO EXPERIMENTO.................................. 37 TABELA 1: TEMPERATURAS E SALINIDADES MÉDIAS OBTIDAS NOS EXPERIMENTOS.. 37 RESUMO DAS ANÁLISES ESTATÍSTICAS............................................................................ 38 EXPERIMENTO 1.......................................................................................................... 38 TABELA 2: DADOS OBTIDOS PARA CÁLCULO DE SOBREVIVÊNCIA...................... 38 TABELA 3: ANÁLISE DE VARIÂNCIA E TESTE TUKEY PARA OBREVIVÊNCIA........... 38 TABELA 4: VALORES OBTIDOS PARA COMPRIMENTO PADRÃO........................... 38 TABELA 5: ANÁLISE DE VARIÂNCIA E TESTE TUKEY PARA COMPRIMENTO PADRÃO........................................................................................................................ 38 EXPERIMENTO 2.......................................................................................................... 39 TABELA 6: DADOS OBTIDOS PARA SOBREVIVÊNCIA ............................................. 39 TABELA 7: ANÁLISE DE VARIÂNCIA E TESTE TUKEY PARA SOBREVIVÊNCIA..... 39 TABELA 8: DADOS OBTIDOS PARA PESO................................................................. 39 TABELA 9: ANÁLISE DE VARIÂNCIA E TESTE TUKEY PARA PESO........................ 39 TABELA 10: DADOS OBTIDOS PARA CÁLCULO DE ÍNDICE DE CONVERSÃO ALIMENTAR (ICA) ........................................................................................................ 40 TABELA 11: ANÁLISE DE VARIÂNCIA E TESTE TUKEY PARA ICA.......................... 40 TABELA 12: DADOS OBTIDOS PARA CÁLCULO DE TAXA DE ALIMENTAÇÃO....... 40 TABELA 13: ANÁLISE DE VARIÂNCIA E TESTE TUKEY PARA TAXA DE ALIMENTAÇÃO APARENTE......................................................................................... 41 TABELA 14: ANÁLISE DE VARIÂNCIA E TESTE TUKEY PARA FATOR DE CONDIÇÃO DE FULTON............................................................................................... 41 TABELA 15: ANÁLISE DE VARIÂNCIA E TESTE TUKEY PARA TAXA DE CRESCIMENTO ESPECÍFICO DIÁRIA......................................................................... 41 TABELA 16: COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA DE RAÇÃO UTILIZADA NO EXPERIMENTO 2.................................................................................................................... 42 RESUMO Um dos parâmetros ambientais de grande importância para o desenvolvimento de larvas de peixes é o fotoperíodo. Geralmente fotoperíodos longos melhoram a qualidade do cultivo larval. Objetivando verificar sua influência em larvas de robalo-peva, Centropomus parallelus, analisou-se sobrevivência e comprimento padrão (Cp), no experimento 1 (larvas de 0-14 dias) e comprimento total (Ct), peso (g), índice de conversão alimentar (ICA), taxa de alimentação, fator de condição de Fulton (K) e taxa de crescimento específico (TCE) no experimento 2 (larvas de 31-62 dias). Os tratamentos, em triplicatas, foram: 12 horas; 18 horas e 24 horas de luz (12 h, 18 h e 24 h, respectivamente). Utilizaram-se unidades experimentais de 4,5 L, com 180 e 35 larvas por unidade experimental no experimento 1 e 2, respectivamente. Ao final do experimento ,1 os maiores valores para Cp foram obtidos nos tratamentos 18 e 24 h, sem diferenças significativas entre si. Para sobrevivência não houve diferenças significativas. Ao final do experimento 2 ,os maiores valores de Ct ocorreram para os tratamentos 18 e 24 horas, com diferenças significativas entre os mesmos. Os valores obtidos para sobrevivência foram superiores aos do experimento 1. Para o peso (g), maiores valores também ocorreram para os tratamentos 18 e 24 horas. Os melhores valores de ICA e Taxa de alimentação foram obtidos no tratamento 18 h, e para o K e a TCE não houve diferenças significativas entre os tratamentos. Considerando tais desempenhos, recomendamos o regime de iluminação de 18 horas de luz, devido à melhor relação entre o fotoperíodo e os parâmetros avaliados nos períodos larvais estudados. ABSTRACT One of the environmental parameters of great importance for the development of larvae of fish is the photoperíod. Usually long photoperiods improve the quality of the larval rearing. Aiming verify the influence of the photoperiod in larvae of robalo-peva, Centropomus parallelus, survival and standard length (SL) was analyzed , in the experiment 1 (larvae of 0-14 days) and total length (TL), weigh (g), Index of alimentary conversion (IAC), feeding rate, Factor of Fulton condition (K) and specific growth rate (SGR) in the experiment 2 (larvae of 31-62 days). The treatments, in triplicate, were: 12 hours; 18 hours and 24 hours of light (12 h, 18 h and 24 h, respectively). Experimental units of 4,5 L were used, with 180 and 35 larvae for experimental unit in the experiment 1 and 2, respectively. At the end of the experiment 1 the largest values for SL were obtained in the treatments 18 and 24 h, without significant differences amongst themselves. For survival there were not significant differences. At the end of the experiment 2 the largest values of TL happened for the treatments 18 and 24 hours, existing significant differences among the same ones. The values obtained for survival were superior to the of the experiment 1. Para the weight (g) the largest values also happened for the treatments 18 and 24 hours. The best value of IAC and feeding rate was obtained in the treatment 18 h, and for K and SGR there were not significant differences among the treatments. Considering such actings, we recommended the regime of illumination of 18 hours of light, for presenting better relationship between the photoperíod and the appraised parameters in the studied larval periods.One of the environmental parameters of great importance for the development of larvae of fish is the photoperíod. Usually long photoperiods improve the quality of the larval rearing. Aiming verify the influence of the photoperiod in larvae of robalo-peva, Centropomus parallelus, survival and standard length (SL) was analyzed , in the experiment 1 (larva 
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2004
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Supernumerary heterochromatic segments have been found in the S8 bivalent of two populations of Chorthippus parallelus. These… Expand
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2002
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Wood borer species of the families Euplatypodidae and Scolytidae were observed attacking trees of Pinus sp. in the Municipality… Expand
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