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Astatumen

 
National Institutes of Health

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2019
2019
A new genus of Itaquasconinae, Meplitumen gen. nov., and a new species, Meplitumenaluna sp. nov., are described. The new genus… Expand
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2015
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................................................................................................................................ vi Índice de figuras .................................................................................................................. viii Índice de tabelas ................................................................................................................... x 1. Introdução....................................................................................................................... 1 1.1. As Hepáticas ........................................................................................................... 1 1.2. A fauna de micrometazoários associada a Hepáticas ........................................... 3 1.2.1. Generalidades sobre a Briofauna ................................................................... 3 1.1.2. Os Tardígrados .................................................................................................... 5 1.3. Objetivos do trabalho .............................................................................................. 7 1.4. Esquema geral do trabalho..................................................................................... 8 2. Material e métodos ......................................................................................................... 9 2.1. Área de estudo e estações de amostragem .......................................................... 9 2.2. Recolha das amostras ............................................................................................ 9 2.3. Tratamento laboratorial ......................................................................................... 11 2.3.1. Extração, triagem e identificação dos organismos ....................................... 12 2.4. Tratamento de dados ............................................................................................ 13 2.4.1. Parâmetros estruturais das comunidades .................................................... 13 2.4.2. Análise estatística .......................................................................................... 14 3. Resultados e discussão ............................................................................................... 15 3.1. Espécies identificadas .......................................................................................... 15 3.1.1. Taxonomia de Hepáticas ............................................................................... 15 3.1.2. Taxonomia de Tardígrados ........................................................................... 18 3.2. Estrutura das comunidades de micrometazoários ............................................... 34 3.2.1. Frequência de ocorrência e abundância relativa dos diferentes grupos faunísticos .................................................................................................................... 34 3.2.2. Diversidade e regularidade ........................................................................... 36 3.2.3. Análise estrutural das comunidades de micrometazoários .......................... 40 4. Considerações finais .................................................................................................... 43 Referências .......................................................................................................................... 45 ANEXOS .............................................................................................................................. 50 FCUP Micrometazoários Associados a Hepáticas com especial destaque para os Tardígrados viii viii Índice de figuras Figura 1: Hepáticas típicas: AEstrutura folhosa; BEstrutura talosa ................................. 1 Figura 2: Aspeto geral de um tardígrado (microscopia de contraste de interferência diferencial, DIC).............................................................................................................. 5 Figura 3: A: Área de estudo; B: Estações de amostragem. ............................................... 10 Figura 4: Hepáticas em tronco de Camélia (Estação A, árvore 1) ..................................... 11 Figura 5: Metzgeria furcata ................................................................................................. 16 Figura 6: Radula complanata .............................................................................................. 17 Figura 7: Microlejeunea ulicina .......................................................................................... 18 Figura 8: A: Echiniscus scabrospinosus, destacando o espinho dorsal D robusto; B: Pormenor das garras das patas I e II; C: Zona anterior onde são visíveis os apêndices sensoriais (PCM) ........................................................................................ 20 Figura 9: Milnesium sp. nov. (PCM) .................................................................................... 21 Figura 10: A: Minibiotus xavieri; B: Pormenor da região anterior onde se destaca o aparelho bucal e os placoides; c: Ovo ornamentado; D e E: Pormenores das garras I e II, destacando a ornamentação da cutícula (A, B, D, E – DIC; C – PCM) ............... 23 Figura 11: A:Minibiotus orthofasciatus; B: Aparelho bucal; C: Garras IV; D: ornamentação da cutícula destacando-se os processos de grandes dimensões presentes nas patas, características típicas da espécie (A – PCM; B, C, D – DIC) ..................................... 24 Figura 12: Macrobiotus cf. harmsworthi; Aspeto das garras do segundo (A) e quarto (B) par de patas; C: região anterior, destacando-se o aparelho bucal (PCM) ................. 26 Figura 13: Paramacrobiotus richtersi; A: Região anterior evidenciando o aparelho bucal, sendo bem evidente a forma dos macroplacoides e a distância ao microplacoide (seta); B: Garras das patas IV. Note-se aspeto das lúnulas (seta); C: Detalhe da ornamentação do ovo (PCM). ...................................................................................... 27 Figura 14: Ramazzottius oberhaeuseri (DIC). .................................................................... 29 Figura 15: Ramazzottius oberhaeuseri, A: Aparelho bucal; B: Ornamentação da cutícula; C: pormenor das garras II; D: Ovo (A, B, C – DIC; D – PCM) .................................... 29 Figura 16: A: Astatumen trinacreae; B: Garras das patas IV; C: Garras das patas II (PCM). .......................................................................................................................... 30 Figura 17: A: Hypsibius dujardini; B: Pormenor da região anterior mostrando o aparelho bucal (PCM). ............................................................................................................... 31 Figura 18: A: Isohypsibius prosostomus, onde se podem ver as garras do quarto par de patas; B: Região anterior com o aparelho bucal (PCM). ............................................. 32 Figura 19: Abundâncias relativas dos diferentes grupos.................................................... 35 FCUP Micrometazoários Associados a Hepáticas com especial destaque para os Tardígrados ix ix Figura 20: Box-plot comparativo dos valores do índice H’ nas duas estruturas de hepática, indicando a mediana, os quartis, o máximo e o mínimo, distinguindo os outliers. 1 – Talosa; 2 – Folhosas .................................................................................................... 37 Figura 21: Box-plot comparativo dos valores do índice H’ entre os diferentes substratos (espécies de árvore), indicando a mediana, os quartis, o máximo e o mínimo, distinguido os outliers; 1 – Camélia, 2 – Magnólia, 3 – Acer, 4 – Biscófia + Casuarina + Glicínia ...................................................................................................................... 38 Figura 22: Box-plot comparativo dos valores do índice H’ entre os locais de amostragem, indicando a mediana, os quartis, o máximo e o mínimo, distinguido os outliers; 1 – A+F; 2 – B+C+D; 3 – E; 4 – G; 5 – H+I ....................................................................... 40 Figura 23: Projeção dos casos no fator-plano, para os dados transformados em densidades (ing/g); os pontos a verde representam amostras de Metzgeria, os pontos a azul representam amostras de Radula ......................................................... 41 Figura 24: Projeção das variáveis no fator plano ............................................................... 42 FCUP Micrometazoários Associados a Hepáticas com especial destaque para os Tardígrados x x Índice de tabelas Tabela 1: Ocorrência das diferentes espécies de tardígrado nas diferentes estruturas de hepática, Metzgeria (talosa), Radula (folhosa) ..........................................................34 Tabela A1: Dados das estações de amostragem ..........................................................A1 Tabela A2: Dados das amostras das abundâncias dos diferentes grupos expressas como total e como densidade (destacadas a verde), em ind/g..................................................A2 Tabela A3: Valores dos índices H' e J por amostra, por local de amostragem, por estrutura de hepática, por substrato de hepática e valor geral para a comunidade ...........................................................................................................................................A5 FCUP Micrometazoários Associados a Hepáticas com especial destaque para os Tardígrados 1 
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2014
2014
In sixteen moss, lichen and mixed (moss/lichen) samples, collected from Estonia, Latvia and Lithuania, 291 specimens, 48… Expand
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